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No meu sótão mora uma vendedora de sonhos

Às vezes, de noite, subo ao telhado do sótão, sento-me a ver as luzes da cidade e o frenesim do fim dos dias e penso que gostava de ficar ali para sempre. O meu sótão é cor de rosa. L.T.

No meu sótão mora uma vendedora de sonhos

Às vezes, de noite, subo ao telhado do sótão, sento-me a ver as luzes da cidade e o frenesim do fim dos dias e penso que gostava de ficar ali para sempre. O meu sótão é cor de rosa. L.T.

PLÁGIO

 

Hoje resolvi transcrever o texto que abaixo se segue e que redigi em 15 de Dezembro de 2007 no meu blog Asas Perdidas.

Estou a fazê-lo para reforçar este tema e, uma vez mais, alertar os autores originais da blogosfera que correm sérios riscos de virem a ser alvos de plágio.

A minha revolta foi tal que, em 29 de Abril de 2008, privatizei a poesia que havia escrito e publicado ao longo de nove meses tendo deixado, apenas, alguns pequenos pensamentos.

E como crimes desta natureza têm de ser banidos, sinto-me na obrigação de 'gritar' que há quem copie de forma fraudulenta os trabalhos que são nossos.

Então, afinal, nós escrevemos e os outros é que subscrevem as nossas palavras? Sabemos lá nós por onde 'andam os nossos blogs'?

Eis, então, o texto que escrevi na altura.

 

 

'É lamentável e revoltante criar um espaço próprio e existirem pessoas capazes de copiar o que não lhes pertence, não dando crédito ao verdadeiro autor e, para além disso, alterar os textos originais.  Escrevo poesia branca e prosa poética desde miúda e resolvi  criar um blog, com a finalidade de poder partilhar os meus sentimentos com quem dá valor às palavras... Agradeço, do fundo do coração, a todos os que gostam do que escrevo e principalmente a quem é genuíno...
Tive o cuidado de colocar no cabeçalho dos posts que as imagens foram retiradas da internet mas sem identificação de quem as criou. Porque foram, efectivamente, retiradas de páginas específicas de imagens para blogs e afins e não têm o nome do criador das mesmas.  O que, também, assim não deveria poder ser. Mas continuando...
Com o entusiasmo de escrever e poder transmitir os meus sentimentos a quem passa por esta página, que é um dos meus dois espaços, nunca tinha pensado em plágio. Mas, infelizmente, descobri  - através do COPYSCAPE, um serviço que protege e defende os nossos direitos online e capaz de encontrar quem copia sem a permissão do autor - que copiaram um poema meu, alteraram o título do mesmo e o seu final, tendo sido colocado nas entradas de diário de uma página do hi5 em 13 de Novembro de 2007. Eu publiquei-o em 23 de Outubro de 2007. Só descobri este plágio em 12 de Dezembro de 2007. Mas descobri. E senti imediatamente uma tristeza profunda, porque para além de não ter sido colocado o meu nome como autora, o meu poema foi alterado. Eu, na minha integridade, mandei uma mensagem à dita pessoa e que passo a citar:
'Boa noite. Apesar de, com certeza, ter gostado do poema que é de minha autoria e que se intitula 'Contigo' (e que desde já agradeço), fiquei bastante triste por ter copiado o mesmo sem ter dado crédito ao autor original que, neste caso, sou eu. Agradecia que colocasse o nome da minha pessoa, Leonor Teixeira, ou o retirasse das suas entradas de diário. Como deve compreender e agradeço que isso aconteça, quando se copia um texto que não escrito por nós, deve-se especificar o nome do autor. E no meu blog está especificado que sou autora dos textos publicados naquela página. Constatei que, para além de ter dado outro título ao poema, transformou o final do mesmo que acaba em 'voar contigo...'. Agradeço, por favor, que corrija. Aguardo uma resposta. Obrigada pela atenção. Leonor Teixeira'.
Aguardei até ao dia seguinte por uma resposta e, qual não foi o meu espanto que, quando ia para entrar na página do hi5 da pessoa em questão, o acesso ao seu perfil encontrava-se restrito a visitantes que não os seus amigos. Senti uma revolta indescritível. Ou seja, eu deixei de poder entrar no seu perfil o que significa que, para além da pessoa não ter gostado da mensagem que lhe enviei com toda a educação, eu já não poderei confirmar que essa entrada do seu diário se mantém inalterável. A dita pessoa não teve sequer a dignidade de dar uma resposta ao meu apelo. Uma total falta de respeito para comigo, neste caso, e para com o que escrevo. Como é possível tanta falta de integridade? Tanta falta de honestidade?
A todas as pessoas vítimas de plágio, eu também faço parte dessa injustiça! Ou pior, crime! Os plagiadores têm de ser denunciados! E fiquem os mesmos a saber que, mais cedo ou mais tarde, são descobertos e os seus nomes podem vir a ser divulgados. E mais acções poderão ser postas em prática! Respeito às obras e aos seus autores! Há que lutar contra este crime!'

 

 

Há que tomar medidas, certo?

 

 

por Leonor Teixeira, a Ametista

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por: Leonor T, a Ametista

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  • Ametista

    Olá Green, gosto sempre de voltar...A esperança é ...

  • green.eyes

    Olá Ametista, já há tanto tempo que não te via por...

  • Ametista

    Oh Flor, obrigada. Deixas-me sempre palavras tão b...

  • DyDa/Flordeliz

    Já estive aqui .Li, e...Parti. Faltaram-me palavra...

  • Ametista

    Obrigada, Green Beijinhos

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