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O meu sótão é cor de rosa

Às vezes, de noite, subo ao telhado do sótão, sento-me a ver as luzes da cidade e o frenesim do fim dos dias e penso que gostava de ficar ali para sempre. L.T.

O meu sótão é cor de rosa

Às vezes, de noite, subo ao telhado do sótão, sento-me a ver as luzes da cidade e o frenesim do fim dos dias e penso que gostava de ficar ali para sempre. L.T.

Dos sonhos

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(Imagem retirada de: google imagens)

 

- Não desistas dos teus sonhos. Corre atrás deles até não poderes mais. Nunca te acomodes só porque a vida te tornou confortável. Assim, um dia vais chorar por um aconchego que não te oferece a felicidade que tanto anseias. Preferível ser feliz mesmo sem conforto do que amparada mas amargurada.

- Sim, mãe. Tens razão. Mas haverá razão para eu sonhar, se a vida é tão frágil e o mundo me parece tão pequeno? Onde caberei eu e todos os meus sonhos?  Mãe, haverá lugar para mim no universo?

- Lugar há, minha querida. Não sei é se conseguirás, um dia, reclamá-lo como sendo teu.

por Leonor Teixeira, a Ametista

Histórias de Abril

Pedi ao rio das memórias que corresse a meus pés e me deixasse ficar junto às bermas, onde acabam as ausências. E tu vieste até mim numa doce manhã de Abril.

Trazias contigo retalhos de um lugar onde as palavras ficaram, embebidas nas lagoas do tempo, esquecidas pela demora das angústias.

Vieste, despido de encontros, transbordavas emoções do que não viveste e confessaste-te no silêncio dos atalhos.

Colheste uma flor do meu jardim e enfeitaste os meus cabelos, sentiste o aroma a Primavera, ajoelhaste diante de mim e disseste:

'Voltei para ter o teu perdão ou morreria no vazio dos desertos, sem letras e sem sentidos e onde tudo acaba em solidão'.

Acordei de um sonho em fins de Abril. Estava sentada na berma de um rio que corria a meus pés. Ao longe, um deserto envolvia um lago azul onde palavras repetidas dançavam nas areias.

 

  

(Texto escrito em 3 de Dezembro de 2011, adaptado para a Fábrica de Histórias)

por Leonor Teixeira, a Ametista

Serás tu ou estarás lá?

 

Disseram-me que estás aqui.

Foi uma borboleta que me pediu para te procurar e para, depois de te encontrar, reinventar-te.

Estarás tu nas páginas dos meus livros de cabeceira, que folheio todas as noites antes de sonhar? Serás tu a alma do anjo que me adormece serenamente a cada madrugada? Estarás tu em cada canto desta casa, em cada quadro, em cada imagem, em cada luz? Estarás tu em cada nota de música que ponho a tocar ou serás a tinta a óleo dos pincéis que me fazem pintar todas as telas?

Serás tu cada folha, cada ramo de árvore que foco com doçura sempre que vou ao jardim fotografar? Estarás tu numa pétala de rosa ou serás uma outra flor, das mais belas que contemplo a cada fim de tarde e colho para enfeitar os meus cabelos?

Estarás tu no brilho das estrelas, todas as que olho a cada anoitecer ou serás o sol que nasce resplandecente a cada alvorada? Estarás tu nas gotas da chuva que cai em dias cinzentos ou serás uma das cores do arco-íris?

Serás tu o uivo de um lobo que chora na escuridão pela ânsia de correr nas florestas ou serás o canto de uma andorinha que chama por manhãs primaveris?

Se assim for, se estiveres em todos os lugares e fores todas as coisas que estão vivas e eu puder escolher, meu amor, quero procurar-te no mais alto das montanhas, encontrar-te nas asas de um pássaro e contigo reinventar as nossas almas.

 

 

por Leonor Teixeira, a Ametista

O rio que sonho

 

Pedi ao rio das memórias que corresse a meus pés e me deixasse ficar junto às bermas, onde acabam as ausências. E tu vieste até mim.

Trazias contigo retalhos de um lugar onde as palavras ficaram, embebidas nas lagoas do tempo, esquecidas pela demora das angústias.

Vieste, despido de encontros, transbordavas emoções do que não viveste e confessaste-te no silêncio dos atalhos.

Colheste uma flor do meu jardim e enfeitaste os meus cabelos, sentiste o aroma a Primavera que disfarçou o Inverno, ajoelhaste diante de mim e disseste:

'Voltei para ter o teu perdão ou morreria no vazio dos desertos, sem letras e sem sentidos e onde tudo acaba em solidão'.

 

Acordei de um sonho. Estava sentada na berma de um rio que corria a meus pés. Ao longe, um deserto envolvia um lago azul onde palavras repetidas dançavam nas areias.

 

 

por Leonor Teixeira, a Ametista

Varanda com vista sobre a cidade


Queria ter escrito sem parar, todas as horas da minha existência num passado recente. O vento entrou na minha vida e mudou de rumo a cada instante dos meus dias.

Eu queria. Queria ter sonhado por entre as gotas de tinta de uma caneta quase extinta, como que num fogo apagado pela coragem de quem arrisca o destino por cada sopro de vida, cada coração que não pode parar de bater.

Queria ter ficado. Queria ter parado no tempo e implorado à linha do horizonte que o céu e o mar se beijassem a cada por de sol. Queria ter adormecido, submersa, e através das águas cálidas de um oceano sereno ver o céu tornar-se azul a cada alvorada.

Queria ter alcançado as estrelas como outrora, transformar-me em pássaro, ter asas púrpura de veludo, rosto de lobo, alma cigana, coração de aço e tocar a nuvem mais branca e doce.

Queria ter permanecido assim, como sempre fora. Rebelde, sempre rebelde, com sede de liberdade, com urgência de soltar o grito escondido que trago bem preso no ventre. Com vontade de lutar e vencer ou sair vencida, mas lutar sempre e até sempre. Ser eu, sem medo de demonstrar quem fui, quem sou, o que sei e o que não sei, quem gostaria de ser. Simplesmente genuína e cheia daquela vontade desmedida de viver em passos de dança até voar.

Tudo em mim é imensurável. O meu amor, o meu saudosismo, a minha rebeldia, a minha força, a minha vontade de abraçar. A minha capacidade para sonhar acordada e acreditar, para depois desacreditar. É assim que sou.

E lá, na varanda com vista sobre a cidade, observei as luzes que se acenderam no ocaso, admirei a beleza que delas nasceu ao formarem-se depois do crepúsculo. Avistei silhuetas ao longe que passeavam, carros que circulavam devagar num silêncio quebrado pelo canto de uma cigarra que surgiu numa noite quente.

Eu queria ter escrito cada momento. Queria ter escrito sem parar. Conseguir descrever na perfeição a dor de um coração rasgado e, ao mesmo tempo, o brilho de um olhar que agradece o privilégio do despertar a cada manhã. Queria descrever em pormenor o momento em que o sol entrou para me abraçar, qual alma vazia que se preencheu por instantes numa noite qualquer, igual a tantas outras.


 

Obrigada a quem faz parte da minha vida e a quem compreendeu a minha ausência.

por Leonor Teixeira, a Ametista

Longe do Mundo

Encontrava-me na praia da velha vila onde passara tantos verões da minha adolescência. O areal era extenso, do seu lado esquerdo uma pequena baía cruzava-se com o mar. Ao longe, alguém deslizava numa prancha sobre as ondas que se iam tornando maiores, debaixo de um sol que se punha devagar no horizonte. O cenário era deslumbrante, sublime, talvez o mais belo fim de dia a que tinha tido o privilégio de assistir.

A praia estava deserta, apenas eu sentada na areia fresca que ia envolvendo na palma da mão. Deixei-me ficar até o frio apertar e a noite cerrar. Olhei para o céu, vi a lua esconder-se por detrás de nuvens negras que passavam apressadas. Era o início de mais uma noite rigorosa de Inverno. As luzes das ruas típicas da vila começavam a ganhar vida, reflectiam-se num mar que se tornara gélido como a noite.

Fui até ao bar da praia, sentei-me junto à janela à média luz, pedi um martini e acendi um cigarro. Não havia ninguém para além do dono do bar, um velho pescador que vivia numa pequena cabana a alguns metros dali. Havia música a tocar, um misto de blues e jazz que faziam lembrar-me os filmes dos anos quarenta e cinquenta. Olhei pela janela, vislumbrei ao longe um clarão súbito que se cruzou entre o céu e o mar. Senti-me deslumbrada por aquela luz intensa que brilhou por instantes e imediatamente se desvaneceu. Fez-se silêncio e tudo escureceu. Apagaram-se as luzes, a música deixou de tocar, a velha vila ficou sombria. Lá fora escutava-se a canção do mar, ouvia-se o uivo do vento.

Saí do bar, guiei-me pela luz do isqueiro que trazia sempre comigo e, na penumbra da noite, dirigi-me à casa de férias de outrora, agora desabitada. Ficava do outro lado da vila, perto do porto de abrigo. Ao chegar, entrei pelo quintal abandonado onde se encontrava o velho barracão, local onde não voltara a entrar desde há muitos anos. Parei a olhá-lo, senti o coração bater forte e recuei. Fiquei assim durante breves instantes, talvez fosse melhor partir e não voltar. Não queria recordar o passado, seria demasiado doloroso.

A noite permanecia escura, uma chuva fria começava a cair fortemente, gatos miavam nos telhados, mas não havia ninguém. Imaginei ouvir vozes vizinhas por perto, passos vagarosos na calçada, mas as ruas estavam desertas. Apenas eu me encontrava na vila no meio de uma noite tenebrosa. Por momentos, senti medo. O meu telemóvel deixara de funcionar, as casas em redor estavam fechadas, os cafés encerrados. Mas medo porquê, medo de quê? Ali crescera em cada Verão do passado, ali morava a minha alma, pedaços de mim guardados num tempo que não mais se repetira. Naquele dia estava só, sim, mas era assim que me encontrava, era assim que queria ficar.

Levei a mão ao bolso do casaco que me aquecia o corpo, toquei na chave da porta de entrada e fui até ao alpendre. Tive dificuldade em abri-la, era intenso o escuro da noite. O isqueiro que me guiara também já não funcionava, não havia luz para iluminar o espaço, estava tudo tão sombrio. Depois de algum tempo, consegui abrir a porta e fui tacteando paredes, tocando nos móveis cobertos por lençóis brancos. Lembrei-me que havia sempre fósforos na cozinha, a um canto da mesa de refeições. Ao encontrar uma caixa, acendi um e percorri a casa em busca da chave do barracão.

Subi a escadaria que dava ao primeiro andar ao mesmo tempo que ia recordando momentos. A cada degrau que subia, sorrisos e gargalhadas vinham-me à memória. Tantos verões passados ali, em família, na mais perfeita harmonia.

Encontrei a chave do barracão no meu quarto antigo. Estava dentro da gaveta da mesa de cabeceira. Agarrei-a e apertei-a bem dentro da minha mão, senti-me queimar na força da chama de um fósforo que chegava ao fim. Acendi outro e procurei velas. Sabia que estavam lá, espalhadas pelo quarto. Desde miúda que gostava do atear de uma vela, pela luz que deixava, pelo cheiro que emanava.

Desci as escadas apressada, fiquei com medo que o mundo acabasse, saí à rua e corri até ao velho barracão. Não havia lua, permanecia escondida num céu sem cor, a chuva e o frio eram cortantes e a escuridão maior. Mas eu sabia de cor o caminho que, antigamente, percorrera vezes sem fim. Perdi o medo, atravessei o quintal e abri o portão com sofreguidão. Senti a minha mão tremer enquanto a chave rodava na fechadura mas, finalmente, abriu-se o portão.

A sala era ampla e vazia. Duas largas colunas apoiavam um tecto amarelecido pelo tempo, decorado agora por uma imensidão de teias de aranha. Cada parede era coberta por um espelho à excepção de uma, composta por uma vidraça que a atravessava de uma ponta à outra. Acendi uma vela e pousei-a no chão revestido a soalho, totalmente empoeirado. Vi a minha imagem sombria reflectida no espelho embaciado pelo tempo. O meu cabelo estava molhado, o meu corpo encharcado da chuva que caía lá fora sem cessar. Já não era a mesma, não voltaria a ser. Olhei para um dos cantos da sala. Encostado à parede, um rádio gravador coberto de pó adormecera naquele lugar escuro, longe do mundo. Aproximei-me dele, toquei-lhe suavemente, queria ligá-lo mas não havia luz. Carreguei no botão do play na esperança que ainda trabalhasse e a música começou a tocar. As pilhas do velho gravador funcionavam como que por magia.

 

Fame

I'm gonna live forever
I'm gonna learn how to fly... high...

 

Estaria a sonhar? Senti-me incrédula perante tamanho mistério. Talvez estivesse, sim, no meio de um sonho. Dei, então, início a alguns passos de dança lentos, imaginei-me menina outra vez, eterna bailarina.

'Dança, sonho meu, onde foi que te perdi?', perguntei-me baixinho e uma lágrima caiu-me pelo rosto cansado, com marcas de um passado jamais esquecido, onde a dança tinha sido a minha companheira de viagem.

Naquela noite escura, a chuva inundou as ruas do centro da vila, o mar escondeu o areal.  Eu permaneci no velho barracão, longe da vida lá fora, perto do mundo que inventei só para mim. Extinguiu-se a última vela, a música continuou a tocar e eu deixei-me ficar, entregue a uma dança singular, na escuridão de uma noite chuvosa e gélida de Inverno que se prolongou até ao romper do dia.


 

(Texto escrito para a Fábrica de Histórias)

por Leonor Teixeira, a Ametista

Porta aberta para um Sonho

 

Querido Duarte,

 

Às vezes, sinto-te chegar.

Abres a porta do meu mundo e entras nos meus sonhos devagar. Recolhes-me no teu colo e afagas os meus cabelos lentamente. As tuas mãos percorrem o meu rosto por entre carícias delicadas.

Em redor de nós, um vento brando onde as palavras não pairam. Nada consegue quebrar esta aragem que nos faz levitar.

Apertas-me docemente de encontro ao peito, envolves-me nos teus braços e dançamos num silêncio fiel que nos faz subir até à nuvem mais alta. Enlaçamo-nos por entre gestos de uma ternura quase transcendental.

Respiram-se os nossos sentidos, tocam-se as nossas almas.

É tudo tão suave.

Pára o tempo, acaba o mundo e permanecemos neste misto de amor e inocência.

É uma porta aberta para um sonho que se repete em cada pedaço das horas que vão passando por mim.

 

Tua até sempre.

 

Laura

 

por Leonor Teixeira, a Ametista

'Asas Perdidas' - o Livro que me fez Voar

Recuperei as Asas que perdi...

Alcancei a liberdade de Voar...

 

 

Sempre escrevi sentimentos de alma.

Asas Perdidas é o cantinho das minhas emoções transformado agora em livro, um sonho tornado realidade.

É um livro de poesia branca onde estão expressas divagações minhas. É um livro que fala, essencialmente, de amor.

Dedico este livro às mulheres da minha vida. Avó, mãe e irmãs. Sem o seu amor e apoio, não teria sido possível concretizar este sonho.

Quero agradecer do fundo do coração à querida Helena da Autores Editora a ajuda preciosa para a realização deste sonho. Sem ela, não teria conseguido alcançá-lo.

Por entre contactos frequentes para a edição do livro fomos criando, passo a passo, laços de afecto. Estou-lhe imensamente grata por tudo.

Um agradecimento muito especial a todos os amigos que acompanham o meu blog e me acarinham a cada dia.

Tenho de mencionar dois nomes que me deram uma força inigualável. A minha muito querida Ónix, irmã de sangue, de alma e coração e o meu muito querido amigo José que tem sido incansável nas palavras de apreço. Sem eles, não teria conseguido ir em busca deste sonho, ir à luta até ao fim.

 

A todos, a minha profunda gratidão.

por Leonor Teixeira, a Ametista

Dança, Sonho Meu

 

 

O meu sonho era dançar até sempre. O sonho da dança ritmada dos corpos, dos movimentos suavemente compassados e incessantes. Estender-me num palco de emoções corporais, soltar-me por entre uma agitação lenta dos sentidos. Elevar-me na fantasia das pulsações harmoniosas de uma dança eterna. Levitar.

Mas o destino não quis e ainda hoje choro pela ausência da dança, sonho meu.

Sonhar a dança, existir na dança, viver a dança. Perdi-a, mas continuo a sonhá-la. Não lhe pertenço, mas ela existe em mim. Deixei de vivê-la mas subsiste cá dentro, bem no fundo da minha alma.

E pela perda desta essência de mim, por este sonho que não alcancei... não sei se existo ou se existi, não sei se estou viva ou se morri...

 

 

(Texto criado a partir de um poema elaborado em 3 de Novembro de 2007)

por Leonor Teixeira, a Ametista

O meu quarto não tem tecto

 

Pinto de azul as paredes do meu quarto sem tecto. Consigo alcançar a lua que espreita envergonhada por entre as estrelas. Fecho os olhos e adormeço num sono ofegante. Há nuvens brancas que descem até ao meu leito e dançam junto do meu corpo inquieto. Sinto uma tranquilidade mágica. Há palavras sagradas que entram sem pressa e unem-se no espaço vazio. Constroem-se versos encantados que esvoaçam em meu redor. Surges do céu devagar e procuras-me suspenso no ar. Chamas por mim em silêncio e distribuis-me sorrisos escondidos. Não consigo ouvir-te, não consigo ver-te, mas sinto-te perto. Consegues encontrar-me, aninhas-me no teu colo e tocas-me num gesto de ternura. Respiras-me ao sabor de uma carícia e elevas-me num sonho teu.

Desvendo o meu segredo com um poema de afecto. É um manifesto guardado num tempo longínquo que se transforma em eco. Afastas-me numa angústia misteriosa e foges nas asas de um anjo. Perco-te no universo e vou em busca de ti. Há uma nuvem que me leva até ao firmamento. Grito o teu nome e lanço-te mensagens de saudade. Mas tu não me ouves. Voas até ao infinito e ficas do outro lado do céu que nos separa.

 

Sonhei contigo esta noite. Acordo de alma rasgada e teimo em ficar na fantasia do aconchego das almas. É um encontro que não se repete. Olho-me e estás ali, do outro lado do espelho, reflectido em mim. Mas tu não me vês.

 

por Leonor Teixeira, a Ametista

por: Leonor T, a Ametista

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comentários arrecadados

  • Ametista

    É verdade... e que 'velha guarda'. Era maravilhoso...

  • green.eyes

    Eu acho que 95% da "velha guarda" foi embora…Do no...

  • Ametista

    Ficava aqui para sempre, acreditas? Mas há amigos ...

  • green.eyes

    Já não aparecias a tanto tempo, que já pensava que...

  • Ametista

    Eu vi-te Beijinho grande

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